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A classe média e o golpe/ Célio Turino no Blog do Gilson Filho

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Sempre sabemos como começa um Golpe de Estado: rasgando a Constituição com argumentos casuístas e de ocasião. No caso do Golpe brasileiro, com as tais Pedaladas Fiscais, praticadas por quase todos os governadores e presidentes. O que nunca se sabe é como o Golpe de Estado termina. No caso do Brasil, a primeira medida foi congelamento dos gastos sociais por 20 anos, depois a reforma trabalhista instituindo a precarização no trabalho, também a impunidade para corruptos, agora a impunidade para exploradores do trabalho escravo… A lista de retrocessos é imensa! A mais recente é a liberação de reajustes em planos de saúde para idosos com mais de 60 anos (muitos destes, paneleiros raivosos, contumazes, diga-se) e redução de multa para operadoras de plano de saúde que se recusarem a atender conveniados no momento em que mais necessitam do Plano de Saúde, digo, Plano de Estelionato. 

Autor do Projeto, deputado Rogério Marinho, do PSDB, digo, todo PSDB, PMDB, DEM e toda a turma do Golpe de Estado. Mas há que também responsabilizar aquela turma que vestia a camisa da corrupta CBF para bradar seus ódios na rua, a turma do “Primeiro a gente tira a Dilma e depois vê como fica”. Pois então. Ficou! E agora quem paga o pato são os mesmos estúpidos e ignorantes que serviram de massa de manobra para esses assaltantes do Brasil.

 

 

 

Ah, sim, mas o problema é ter homem nu em Museu!

E assim seguirão em sua infinita estupidez, afinal, quem planta golpe de Estado colhe perda de direitos, e agora essa perda de direitos chega exatamente à classe média que apoiou o golpe. Mas enfim, seguirão calados, pois seus ódios são maiores que a própria vida.

  •  Célio Turino é um historiador, escritor e servidor público brasileiro.Foi secretário municipal de Cultura de Campinas, e secretário na Secretaria da Cidadania Cultural do Ministério da Cultura entre 2004 e 2010,  período em que criou o Programa Cultura Viva, política do Ministério da Cultura, que marca uma mudança de paradigma na elaboração de políticas públicas para a Cultura no Brasil. O Programa Cultura Viva viabilizou a criação de mais de 2500 Pontos de Cultura espalhados em mais de mil municípios do Brasil, beneficiando mais de 8 milhões de pessoas e criando 30.000 postos de trabalho.
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1 Comentário

  1. Antônio Severo
    19/10/2017 em 23:20 — Responder

    O problema da esquerda é querer atribuir todas as mazelas sociais que estamos vivendo ao governo que se instalou depois da Dilma, se esquecendo na verdade esse é o efeito das cagadas que o PT fez nesses 13 anos em que esteve no governo (?, junto com toda essa quadrilha que o ajudou a chegar ao poder. Não somos idiotas ao ponto de achar que nossos governantes atuais são melhores que os que saíram, pois essa escória é a mesma que estavam no governo do PT, apenas mudou o chefe da quadrilha. a maioria é composta por ex ministro da redimida ensscadora de vento. Quem é o idiota, então?

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