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Campinas: Dez mortes no período de 13 horas/ Por Alenita Ramirez/ Correio Popular/ Blog do Gilson Filho

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Ao chegar no trevo da Avenida Prestes Maia, Ricardo deparou com congestionamento e teve que parar: foi então que ele atirou contra a sua cabeça

Campinas registrou duas chacinas em um período de 12 horas com dez mortes, entre elas a de um dos atiradores que matou cinco pessoas, inclusive familiares, baleou uma sexta vítima que segue internada em quadro clínico estável e depois se suicidou. É o cenário mais sangrento do ano na cidade desde a chacina do Réveillon, quando um técnico em laboratório de 46 anos invadiu uma casa onde acontecia uma festa familiar no Jardim Proost Souza e atirou contra 15 pessoas da mesma família, inclusive a ex-mulher e o filho de 8 anos. Na época, 12 pessoas morreram, sendo 11 delas no local.

Só nos dez meses deste ano, 130 pessoas foram vítimas de homicídios dolosos, incluindo as duas últimas chacinas. Em todo ano de 2016 foram 117. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP), janeiro foi o recorde do ano até hoje, com 21 mortes, sendo que 12 foram referentes a primeira chacina do ano. Março e maio vêm em segundo lugar com 16 mortes registradas em cada mês. Junho foi mês que menos registrou mortes violentas: quatro pessoas assassinadas. Em fevereiro foram 14; abril, 10; julho, 12; agosto, 13 e em setembro, 9. Em outubro, até ontem, foram 14, sendo as nove contabilizadas nas duas chacinas recentes e cinco ao longo do mês.
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