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PT: Se não for Lula é Ciro? / Agro: ANP pode liberar produção de álcool em Micro Usinas / Coluna do Editor / Blog do Gilson Filho

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“Haddad é uma furada. Se não for Lula, é Ciro.” A afirmação é de Temistócles Cristofaro, militante petista de primeira hora. Consta que esta tendência cresce entre os petistas paulistanos.

Em Ribeirão Preto, o presidente do Diretório Municipal, Fernando Tremura é firme na resposta: “Não existe Plano A, B ou C. É Lula candidato e não tem conversa”.

Entretanto a afirmativa positiva de Tremura, não encontra tanta certeza entre os eleitores, ‘petistas de carteirinha’. Ouvi vários hoje pela manhã e constatei que entre esses, existe sim um Plano B:

“Acho que se o Lula não se tornar elegível, é preciso que o PT tenha juízo e pense na melhor solução que é Ciro. Só militante vai votar no Haddad. Simpatizante, não”, afirma Ademar Loes Furtado, eleitor do PT “desde criancinha”.

O jurista Luiz Fernando Casagrande Pereira, do Paraná, que afastou no TSE a tese da inelegibilidade do ex-presidente proposta pelo MBL, afirmou hoje que o PT não precisa de um ‘Plano B’ porque Luiz Inácio Lula da Silva será candidato nesta eleição:

“Lula seguirá em campanha. E o mais importante: até mesmo depois da eleição a suposta inelegibilidade de Lula pode ser suspensa”, assegura Pereira.

O jurista paranaense sustenta que na última eleição 145 prefeitos se elegeram com o registro indeferido. “De cada dez, sete reverteram a inelegibilidade depois da eleição, foram diplomados, tomaram posse e hoje exercem o mandato”, lembra.

 

Agro/ 

A legislação no Brasil ainda impede uma verdadeira revolução enérgica e alimentícia que pode gerar milhares de empregos e milhões de reais na economia. Além disso, sufoca financeiramente o pequeno produtor rural.

Essa revolução energética e agrícola pode acontecer a qualquer momento, desde que a legislação e normas ANP (Agência Nacional do Petróleo) permitam que o pequeno produtor rural possa produzir e comercializar álcool combustível, ainda que com limite de até 10 mil litros diários.

A permissão da venda melhoraria as condições financeiras dos pequenos agricultores, que teriam recursos para comprar novos equipamentos, modernizando, aplicando novas tecnologias e aumentando a produção agrícola do país. Sem contar que 70% do que vai para a mesa do brasileiro vêm do pequeno produtor rural. Uma simples mudança na legislação produziria uma revolução.

Além de tudo, proibir o pequeno produtor rural de comercializar a sua própria produção é legislação de regimes autoritários, que concentram poder e liberdade econômica apenas para os amigos dos governantes.

Justiça seletiva

Sergio Moro levou menos de nove meses para condenar Lula, no caso do triplex, e está há mais de três anos com um processo pronto para julgamento parado em algum arquivo digital. Esses dois casos dão a medida da balança da justiça na 13a. Vara Federal de Curitiba.

Com Lula, processo a jato. Em outros casos, nem tanto, às vezes com tramitação tão lenta que levou os advogados do réu, o empresário André Luís Paula dos Santos, a apresentar ao Supremo Tribunal Federal pedido de liminar em habeas corpus para que revogue as medidas cautelares impostas por Moro

 

Gilson Filho é jornalista e editor deste Blog

 

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