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Shavua Tov/Boa Semana/ O que aprendemos com Nôach e Avraham/ Blog do Gilson Filho

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Mais uma vez estamos lendo na Torá a conhecida história de Nôach, do Dilúvio e de Avraham. Mais uma vez ponderamos sobre essas histórias e tentamos aprender algo de novo com elas. A sua beleza é tanta que não envelhecem com a idade, não se tornam entediantes com a repetição, pois essas histórias nos são contadas pela palavra de D’us.

Há muitas semelhanças entre as vidas de Nôach e Avraham, e também muitas diferenças. Tanto Nôach quanto Avraham foram homens de uma coragem impressionante. Cada um deles se destacou de maneira ímpar contra toda uma geração.

Cada um deles viveu numa geração que tinha se afastado muito do conhecimento de D’us, e dos Seus caminhos; e ambos, à sua própria maneira, tentaram influenciar sua geração e levá-la de volta a D’us. É aqui que vemos uma grande diferença.

Nôach fez o possível para salvar sua geração. Durante 120 anos, ele foi construindo lentamente a arca, e cada martelada era um aviso ruidoso ao povo para retornar a D’us antes que fosse tarde demais. Quando todos esses avisos falharam, restava apenas uma coisa para Nôach fazer – buscar refúgio em sua arca para salvar a si mesmo e sua família, em prol das futuras gerações.

Avraham, ainda criança, reconheceu seu Criador, e soube que havia um D’us que criara o mundo, que cuidava de toda criatura, cujos caminhos eram os da justiça, misericórdia e bondade. Avraham soube que tinha de contar isso ao mundo, e fazê–los ver essas coisas óbvias tão claramente quanto ele as via. Avraham foi inflamado com uma grande fé em seu supremo triunfo. Enfrentou a morte, desafiou seus amigos mai s próximos e seus inimigos mais ferrenhos. E quando já tinha feito todo o bem em sua comunidade nativa, pegou o cajado de caminhante para divulgar o conhecimento de D’us ao redor do mundo.

O que nós aprendemos com Nôach e Avraham?

Há tempos em que temos de construir uma ‘arca” para salvar a nós mesmos e aos nossos filhos, a fim de nos proteger contra os turbulentos e tempestuosos dilúvios. Há tempos, porém, em que temos de sair e lutar pela palavra de D’us, e, como Avraham, construir locais de refúgio e abrigo para viajantes e andarilhos que perderam seu “endereço judaico”.

Agora é a hora em que todo mundo deve ser um Avraham para salvar a nós mesmos e os outros também que podem e devem ser salvos.

Que tenhamos sucesso nessa missão tão vital!

Por Rabino Shabsi Alpern

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