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Coluna do Gilson Filho / RP – Vereador de Ribeirão diz que árvores motivam assaltos / Passaralho na Cultura / Nacional: Batata tá assando para Moro /

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 Coluna do Gilson Filho

Não fosse socorro da Câmara Municipal de Ribeirão Preto, salários dos servidores municipais seriam pagos com atraso no mês passado.

Entretanto, ao mesmo tempo que recebeu a grana devolvida pelos vereadores, o prefeito Duarte Nogueira substitui  funcionários de carreira por  nomeações em cargo de confiança na Secretaria de Cultura.

Assim Silmara Sgobbi Cauchick foi substituída por Marisol Gomes Cordeiro Fossoux; Luciene Greghi Sardinha por Juliana Barbosa Requena; Steênio Mesquita Zeotti por Luiz Antonio Pereira da Silva e Rogério Talan Mesquita por Thiago Sacchini Del Lama.

Este último já está na direção do Teatro Municipal. Del Lama é formado em Publicidade e Propaganda pela Unaerp, tendo atuado na produção de vários festivais, entre eles o Tanabata.

Para a oposição, essas substituições devem prosseguir em outras secretarias e são “normais quando do ‘aparelhamento’ que antecede eleições”.

Em tempo: A assessoria direta da Cultura não informa se essas substituições foram feitas à revelia da secretária Isabella Pessoti. A assessoria do prefeito não respondeu e-mail

 

ÁRVORES & CÚMPLICES

Dizem por aí, que a política nacional, na contemporaneidade, abriu definitivamente as portas dos hospícios.

Em Ribeirão Preto não se foge a regra. Recentemente em sessão  extraordinária da Câmara Municipal e da qual participava a secretária do Meio Ambiente Sônia Valle Walter Borges de Oliveira, o vereador Paulinho Pereira (PPS), ao denunciar plantio irregular de árvores na cidade, sentenciou que ‘árvores motivam assaltos em rotatórias’.

“A gente tem observado nas rotatórias de Ribeirão Preto, um plantio, não sei se desorganizado ou autorizado, não sei se tem autorização, mas em alguns locais um risco iminente para o cidadão. Em algumas rotatórias têm, inclusive, um semáforo, e ali se formará uma floresta. Árvores frondosas se formarão ali, permitindo que marginais se escondam e aí, quando parar o carro, o assalto virar com certeza. Enquanto que quando nós tínhamos rotatórias livre, com visibilidade, a gente conseguia observar do outro lado. Tem que rever algumas formas, e ver se isso está autorizado”, disse Paulinho, que depois ponderou, e considerou importante o plantio de árvores na cidade.

Consultada, a Delegacia Regional de Polícia, adiantou que não tem estatísticas sobre o assunto.

Agora eu fico aqui pensando…  Depois de cortes nas rotatórias, para quais árvores migrarão os assaltantes? Para as praças? Depois para cima das que estão nos parques? Depois para a Mata de Santa Tereza?

É… Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil, disse certo dia Auguste de Saint-Hilaire , naturalista francês do século XVIII, que viveu em nosso País estudando as plantas…

Em Tempo: Paulinho é formado em engenharia agronômica.

 

Nacional

Buscando saída honrosa, Moro ameaça deixar governo caso perca comando da PF

A frigideira de Jair Bolsonaro que tosta o ministro da Justiça, Sergio Moro, parece estar cada vez mais quente. De acordo com reportagem da Época, Moro reclama que não tem interlocutores com Bolsonaro e que a relação é “protocolar”.

Enquanto que publicamente Bolsonaro e Moro tentam fazer gestos que reforcem a ideia de uma relação harmoniosa, como fez no desfile de 7 de setembro, nos bastidores a relação é fria e difícil.

Diz a Época que “Moro está exaurido” e que “segundo pessoas de sua confiança, decidido: se uma canetada de Bolsonaro tirar Maurício Valeixo da direção-geral da Polícia Federal (PF) e não colocar em seu lugar alguém da confiança de Moro, o ministro deixará o governo”.

Em agosto, porém, Bolsonaro não escondeu que iria intervir na Polícia Federal e ameaçou demitir o diretor-geral Maurício Valeixo, que foi indicado por Moro.

“Se eu trocar hoje, qual o problema? Se eu trocar hoje, qual o problema? Está na lei. Eu que indico, e não o Sérgio Moro [ministro da Justiça]. E ponto final. Qual o problema se eu trocar hoje ele? Me responda”, disse Bolsonaro.

Policiais próximos de Moro aconselharam o ex-juiz e defenderam que ele deveria reagir rápido — para poder sair do governo com pelo menos “algum crédito”.

Mas Moro não deu demonstrações de reação. Pelo contrário, disse em entrevista à Globonews que não mandava na PF. “Não, não sou o chefe da Polícia Federal de forma nenhuma. A única pessoa que eu indiquei foi o diretor da Polícia Federal”, disse ele, admitindo que Valeixo poderia deixar a PF. “Veja, como eu tenho as várias funções aqui do Ministério da Justiça, as coisas eventualmente podem mudar, mas ele está no cargo, permanece no cargo, tem a minha confiança”.

Em outras ocasiões, Bolsonaro deixou claro que não se importa com as críticas que chamou de “babaquice” dos policiais que se opõem a isso. O objetivo de Bolsonaro é blindar seu clã.

Segundo fontes, Moro “sente-se especialmente desconfortável com o linguajar de Bolsonaro sobre uma série de assuntos”, e só atura Bolsonaro para manter a aparência harmoniosa em nome da agenda política.

 A Época afirma que Bolsonaro está desconfortável com a presença de Moro desde 26 de maio, quando grupos da extrema-direita convocaram atos em apoio ao governo. O boneco inflável do Super-Moro, em Brasília, teria deixado Bolsonaro ainda mais incomodado.

Depois disso, pesquisas apontaram ainda que Bolsonaro teve queda da sua popularidade, enquanto Moro se mantinha como o nome mais forte de seu governo – até mais do que o presidente.

 

 

   That’s all, folk …Gilson Filho é jornalista e editor deste Blog MTB 17114/67/15

 

 

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