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Justiça proíbe entrada de vereador na Câmara / Presidente Rodrigo Simões tem chilique e ataca jornalista. No Blog do Gilson Filho

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Ribeirão Preto –  / Depois de afastar, ano passado, os vereadores acusados pela Operação Sevandija, a Justiça proibiu a entrada do vereador Waldir Vilella (PSD) ao prédio da Câmara Municipal. Ele também está proibido de manter contato com  assessores.

A Mesa da Câmara foi comunicada do afastamento, determinado por medida cautelar deferida quinta-feira (10).

Segundo o delegado Gustavo Alves, da Seccional de Polícia, Vilella já era investigado desde o início de junho, suspeito de crimes de associação, exercício ilegal de medicina , uso de documento falso, e corrupção ativa e passiva.

Recentemente, o vereador foi flagrado pela reportagem do jornal ‘A Cidade, atendendo gratuitamente como médico em uma clínica clandestina, localizada no bairro Tanquinho, acompanhado por dois assessores parlamentares. Vilella é dentista.

O Gaeco, que acompanhou a blitz e divulgou nota onde afirma que “durante as buscas na clínica, os armários exibiam sinais de recente retirada de material, estando esvaziados, não sendo encontradas agendas, cadernos de atendimento, fichário de pacientes, ou outras anotações típicas à atividade”.

As investigações prosseguem e confirmadas o vereador pode perder o mandato e responder pelo suposto crime.

Presidente da Câmara ataca jornalista

O jornal ‘Tribuna de Ribeirão’, que circulou sexta (11), traz em seu editorial defesa a um ataque sofrido pelo jornalista Nicola Tornatore, durante  sessão plenária realizada quinta-feira (10)

Consta que o presidente Rodrigo Simões, fazendo uso da tribuna, atacou o jornalista com veemência.

Leia o editorial do Tribuna:

O presidente da Câmara de Ribeirão Preto, Rodrigo Simões (PDT), vereador de segundo mandato, assumiu o comando da Mesa Diretora no início do ano com o objetivo de “transformar o Legislativo local no mais transparente do Brasil”. Ponto para ele. No entanto, a atitude pouco democrática do parlamentar, na noite desta quinta feira (10), durante a sessão ordinária, além de unilateral foi equivocada. Jornalista, ele deveria prezar pelo respeito à informação. Errou duas vezes.

Primeiro, ao questionar informações divulgadas – e confirmadas – pela própria Comissão Permanente de Transparência (CPT) da Câmara, presidida por Fabiano Guimarães (DEM), que na quarta-feira reclamou sobre a lentidão na implantação na implantação de 28 ações  no Portal de Transparência do Legislativo. O presidente foi ouvido pelo repórter Nicola Tornatore, profissional respeitado e conceituado com mais de 30 anos de labuta. Deu sua versão, mas não gostou do que leu. A verdade machuca principalmente para quem tem dificuldade em separar o joio do trigo.

Na sessão de ontem, Simões abusou do poder que o microfone Casa lhe conferiu para atacar o jornalista, sem oferecer defesa. Falou o que disse diante de olhares atônicos dos colegas de Legislativo. Foi infeliz e cometeu outro erro. Só foi questionar o presidente da CPT depois de espernear no plenário. Pior: insinuou que a reportagem poderia estremecer uma relação comercial que a Câmara teria com o Tribuna, a qual o jornal, obviamente desconhece e solicita ao vereador que explique na próxima sessão que relação é essa, já que pelo Portal da Transparência, infelizmente, pela vontade do presidente, o cidadão não vai saber…

Em tempo: Ato de desagravo a Nicola Tornatore, foi solicitado a Delegacia Regional do Sindicato dos Jornalistas e deverá acontecer na próxima sessão da Câmara.

O Brasil no fundo…

Brasília –  Extorsão. Não há outra palavra para definir o crime que se desenha na Comissão de Reforma Política da Câmara dos Deputados, em Brasília. Pensando bem, creio que roubo também caberia, já que extorsão é crime tipificado no artigo 158 do Código Penal Brasileiro.

Serão 3 bilhões e seiscentos milhões que, através de um fundo, sairão da Educação, Saúde, Cultura, Esportes, Moradias Populares, Transportes… diretamente para financiar as campanhas políticas já em 2018.

Só para se ter uma ideia, o orçamento do Ministério da Cultura para 2017 é de R$ 733 milhões, segundo a jornalista Monica Bérgamo.

Em pronunciamento na Comissão o deputado Chico Alencar (PSOL/RJ) protestou:

“Não podemos concordar com esse crime. O que queremos aqui, são campanhas mantidas com financiamento cidadão. Como alias, praticamos em muitas cidades e municípios nas últimas eleições, sem o financiamento corruptor das grandes empresas, do agronegócio, das mineradoras dos bancos. Temos que nos adaptar a campanhas simples. Financiamento público que beira 4 bilhões é irreal… É crime de lesa pátria”.

Apesar de outros protestos o texto base da proposta foi aprovado. Enquanto isso cochilávamos no sofá ou estávamos  no Facebook, vendo flanar pelos ‘céus de brigadeiro’, o jatinho alugado pelo governador Pezão (PMDB).

Ainda sobre Chico.

O PSOL/Rio rebelou-se. Não aceita o manifesto divulgado pelo partido em apoio a Nicolás Maduro.

Para Chico de Alencar, “Maduro leva adiante uma política econômica desastrosa e nada esquerdista, que cria uma tragédia humanitária em que o povo sofre pela falta de alimentos e remédios.

Chico vai mais longe, “o regime Maduro comete cada vez mais atrocidades autoritárias, como suspender eleições, impedir legalização de partidos, prender oposicionistas, ordenar repressão brutal de manifestações, com mais de cem mortos nas ruas desde o início do ano. O governo Maduro testa limites ideológicos da esquerda brasileira ao promover justiça social – um bem orgulhosamente defendido pela esquerda -, mas enveredar pelo autoritarismo – um mal tolerado,com diferentes graus de constrangimento, por vários segmentos”. Para Chico Alencar, bem como para os rebeldes do PSOL/Rio, “a democracia tem de ser um valor inegociável”.

 

 

*Gilson Filho é editor deste Blog e surfista profissional. Reside em Arembepe, aldeia hippie na Bahia que encantou Janis Joplin.

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